terça-feira, setembro 02, 2014


Monovin A e seus milagres

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E aí que fiz aquele tal shampoo bomba que as minas falavam na internet, tinha cortado o cabelo e me arrependi. Comprei o Monovin A, Bepantol e shampoo sem sal. Na primeira semana achei que o meu cabelo ficou estranho, hidratado na raiz e ressecado na ponta, também nem sei o motivo. As semanas foram passando e com elas, uma gama de 4 meses. E esse é o resultado:
É, eu não sei sorrir em foto. Também pode reparar na mutação da minha sobrancelha


No início fiquei com um pouquinho de caspa, mas bem pouquinho mesmo. Essa semana acaba o meu shampoo e vou dar uma pausa no uso do Monovin. A princípio eu gostei, meu cabelo parou de cair e realmente cresceu, não de forma milagrosa, mas como eu acho o crescimento do meu cabelo é muito lento, considero que tenha crescido bastante, mais ou menos 6cm ou um pouquinho mais nesse período.

Eu indico Monovin A? Sim! Não morri, não peguei infecção ou fiquei com cara de cavalo. Rsrs... Mas também indico uma alimentação bem rica em nutrientes e vitaminas.


Receitinha

3 ml de Monovin
25ml de Bepantol
300ml de Shampoo sem sal


E boa sorte com a sua experiência! 

segunda-feira, setembro 01, 2014


Mudando de escola no meio do ano

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No meio desse ano, mudamos a minha filha de escola e foi uma mudança que eu esperava que fosse muito turbulenta, mas não foi. A princípio nos questionávamos bastante sobre a timidez que ela tem tão clara em sua personalidade, o quanto isso poderia prejudicá-la e o quanto isso poderia machucá-la. 
Durante o período de adaptação percebemos que ela ignorava novas amizades, aproveitava o ambiente escolar sozinha e não fazia questão de brincar com as outras crianças. Ela não perguntava da antiga escola e quando perguntávamos pra ela se sentia saudade ou queria voltar, ela dizia que não. Também percebemos que ela tinha gostado mais das novas professoras, apesar dela nunca ter se apegado a nenhuma professora ou monitora que tenha passado pela vida dela.
Depois de um tempo, ela começou a comentar dos novos amigos e aos poucos dando nome às crianças e sempre muito alegre em ir para as aulas. Na verdade, o apego estava em mim. Batia aquela questão dela estar na escola em que ela desfraldou, onde ela estudava há um ano e meio com os mesmos amiguinhos e mesma professora, tinha medo dela sentir-se isolada. Meu coração doía...
O tempo passou, ela ainda continua aquela garotinha tímida, que não conversa e ainda tem conhecido os novos amigos. Um dia desses passamos pela antiga escola e perguntei se ela queria voltar e com veemência ela disse que não, isso me aliviou. Também vejo que tudo isso a deixou mais forte para mudanças, adaptação e com certeza, também foi um desafio pra ela. E ela venceu!
Às vezes nós pais temos essa de ter muito medo de tomar certas decisões, ficamos com uma culpa rondando o nosso coração. Fiz a coisa certa? Ela está feliz? Ela vai ser bem tratada? Essas dúvidas doem lá no fundo, cutucam a mente e nos faz pensar, pensar e pensar... E as nossas crianças estão ali, na verdade, tão abertas às novas oportunidades e novas convivências. Eu esperava menos da reação dela e ela foi espetacular e melhor do que imaginava.
Acontecia que na antiga escola, estava surgindo uma nova forma de gestão, que na minha concepção, afastava os pais do convívio escolar. Não podíamos mais entrar na escola, literalmente! Deixávamos a criança na grade e ela ia à sala sozinha, não podíamos cumprimentar a professora, como às vezes que fui interrompida pela coordenadora, com um mal educado ‘não pode conversar com os professores, marque no dia da coordenação’.
Quanto à professora, um amor, deveria procurar uma nova escola, onde fosse tratada de forma mais humana. Também, sabe quando você olha e acha que a escola ficou pequena para o seu filho? Ela fazia ballet duas vezes na semana, na nova escola, não tem ballet, mas tem música, educação física, aula de moral e ética e informática. Acho que qualquer mãe trocaria o ballet por essas opções juntas.
Avaliar olhando bastante pelo lado da educação e estrutura da nova escola, me faz sentir com o dever cumprido. Sim, eu gostaria que ela estivesse na outra escola, se formando no próximo ano com os seus amiguinhos de maternal I, mas, tudo passa.

A confiança de vê-la feliz todos os dias, cheirosa, limpinha e ver como a escola abraçou a minha filha com carinho, calma e paciência, também me fez sentir acolhida. Tenho certeza que os pais tomam decisões sempre pensando no bem dos filhos, nunca pensando em desaboná-lo, mas sempre pensando no enriquecimento da vida deles, sempre pensando na proporção de ganhos que a criança pode ter com a decisão. Na verdade, o amor incondicional nunca é egoísta. Filha, te amo!  

quarta-feira, agosto 27, 2014


Uma questão de costume

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O nome da postagem também poderia ser ‘Nunca diga nunca’. Não fui uma garotinha muito vaidosa, acho que minha mãe insistia tanto nessa questão, que ao invés de gostar, eu tomei aversão ao exagero, sendo assim, não fui muito menininha.
Me lembro que na adolescência as minhas amigas tinham milhares de brilhos labiais, sombras e eu detestava tudo aquilo, odiava batom e por mais que no fundo eu me sentisse um pouco excluída, não insistia em mudar meu gosto pessoal.Com o tempo tomei gosto por usar lápis preto nos olhos, não me lembro bem quando isso aconteceu, mas raramente saio de casa sem lápis e quando saio uso meu óculos de grau pra disfarçar ou óculos escuro, mas nada além disso.
Eu não julgava quem gostasse de se maquiar, como minhas amigas, na verdade, eu até admirava, achava bonita aquela vaidade, aquela preocupação em sempre estar arrumada, até achava elegante, mas, aquilo não era pra mim.
Também nunca andei por aí largada, desgrenhada, mas eu sempre priorizei a simplicidade e a naturalidade das coisas, aí eu falhava, não entendia que poderia andar maquiada de forma natural. Com o tempo comprei maquiagens básicas como base, pó compacto, blush e rímel, na verdade, já tinha pelo menos dois desses itens, mas, literalmente esquecidos.
Eu me desafiei a usá-los todos os dias para trabalhar e ir a passeios, o resultado é que hoje não me sinto bem sem usá-los, principalmente para trabalhar, me dá uma sensação de desleixo. Não é questão de não aceitar a minha naturalidade ou minhas imperfeições, na verdade, me apaixonei pelo rosto uniforme e sem sardas no nariz. Ainda assim, não uso maquiagem em casa, às vezes tenho a impressão de que a pele precisa respirar...
O meu maior desafio foi usar batom, pra falar a verdade, nunca tinha usado. Sempre achei que o batom dava um ‘tchan’ alegre no rosto, mas eu mesmo não aguentava aquela sensação de que tinha algo na boca, não gostava mesmo.
Até que um dia comecei a testar alguns batons e de início eu achava o negócio mais estranho do universo, até o meu marido no início estranhou. E aí um dia resolvi comprar e ser fiel a duas cores que eu sabia que caía bem em mim, boca e vermelho mate. Ainda sou bem basiquinha, mas tenho me preparado para usar outras cores e estou descobrindo o que fica bem em mim.

A dica é nunca dizer nunca e variar às vezes não significa que você deixou de ser você, não perdeu a sua essência. Testar coisas novas, deixar o dia mais colorido ou usar algo que te deixe mais feliz e se sentindo mais bonita, não é ruim. Ame-se e se dê novas oportunidades! 
Batom Mate Vermelhíssimo - Quem disse, Berenice?
Batom Coco Queimado linha Intense - O Boticário



quarta-feira, agosto 20, 2014


COMO SER INFELIZ NO INVERNO

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Não tenho nada contra o inverno, na verdade, é a estação climática que eu mais gosto, porém, nessa época precisamos ter alguns cuidados a mais, cuidados que eu não tive e acabei tendo alguns probleminhas.

- NÃO TOMAR ÁGUA
Aqui em Brasília o inverno vem recheado com seca, isso faz com que você necessite de muita água e eu sou péssima pra isso. Acho engraçado que a copeira do meu serviço sempre fala ‘ Renata, seu copo ainda está cheio’. O resultado disso é pele muito ressecada e pigarro, muito pigarro.
- NÃO USAR COLÍRIO
Não sei vocês, mas meus olhos ressecam muito e meu colírio acabou assim que o inverno começou. Drástico, né? Pois é! Esse foi um dos meus desleixos, então fiquei com os meus olhos vermelhos a maior parte do tempo, coçando, ardendo e grudando.
- NÃO USAR HIDRATANTES ADEQUADOS
Eu nunca deixo de usar hidratante, apesar da minha pele não ser seca, mas quando chega o inverno a minha pele resseca geral, nunca vi isso na vida. Não comprei no início da estação, mas depois de um mês sofrendo e com as pernas começando a rachar, eu acabei comprando o creme da Nívea para pele seca ou extrasseca, sério, esse creme salvou a minha vida.
- LAVAR O ROSTO COM SABONETE ADSTRINGENTE
Eu uso sabonete de Aroeira que é natural. Depois de muitos anos de vida, agora que eu notei que meu rosto é misto e não completamente oleoso, o inverno chegou e eu continuei usando o sabonete no meu rosto, resultado: as laterais da minha testa descascaram meu queixo e as laterais do meu rosto também. Quando usava maquiagem ficava uó e pela primeira vez comecei a usar creme na face.
- NÃO COMER DIREITO
Tenho me alimentado muito mal, retirei os alimentos que contém lactose, que me causam alguns problemas e simplesmente não acrescentei nada na alimentação. Tenho sentido cansaço todos os dias, sonolência, não durmo direito a noite e não tenho disposição pra nada na vida. Confesso que é muito tenso, como eu acredito que tudo provém da alimentação, boa ou ruim, se eu me alimentasse de forma nutritiva de verdade, provavelmente eu não estaria assim.
- NÃO CUIDAR DAS ALERGIAS
Engraçado que eu cuido de todo mundo, menos de mim. Cuido da minha filha o tempo inteiro (óbvio), cuido do meu marido, ambos são alérgicos, menos de mim. Só nesse período de inverno eu fiquei com sinusite 2x, rinite 3x e uma gripe. Resumindo, passei o inverno inteiro doente.
Enquanto eu limpava o nariz da minha filha com soro, dava mel com limão pra ela tomar, lavava todos os ursinhos, limpava a casa, trocava lençóis... Eu sequer comprei um casado descente pra usar nesse inverno e não foi por falta de dinheiro. Tomei líquido gelado, saí no frio, fiquei com o nariz entupido e tosse diariamente.
- NÃO USAR PROTETOR LABIAL
Parece bobagem, mas não é. Um dia acordei e meus lábios estavam sangrando, com duas grandes rachaduras. Isso porque o protetor labial fica no meu quarto, meu marido usa, eu passo na Cecília e durmo sem. Palmas pra mim!

E o inverno ainda não acabou...

Tudo que aconteceu não foi por querer passar por uma experiência no inverno, pra saber como meu corpo iria reagir se não me cuidasse, tudo isso aconteceu porque eu não tenho me cuidado como deveria, não tenho me dado a atenção necessária e por achar que não tenho tempo pra mais nada na vida.

Também tirei coisas boas do inverno: bota nova (amo), não tive queda de pressão arterial e consciência do quanto eu tenho me descuidado da saúde. É muito nítido o reflexo disso no meu corpo, tenho sonolência o dia inteiro, emagreci, estou mais nervosa e indisposta.

Esse é o último semestre da faculdade, tenho tanto trabalho pra fazer que faltam horas no meu dia. Tenho aula aos sábados, tenho orientação de TCC, tenho casa, tenho um zilhão de coisas... Só falta encaixar o meu próprio ser nas prioridades.

Recado: Cuide muito de si. Se você não tiver saúde e disposição, não conseguirá fazer mais nada do que quer e planeja. Olhe pra você e pense: Eu sou mais precioso que o carro que tenho que lavar, a roupa que quero comprar e mais importante que a saída do sábado a noite. Cuide-se!  

segunda-feira, julho 21, 2014


Talco Cremoso Antisséptico Granado - Tchau, chulé!

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Hoje vou falar sobre um assunto chato, que incomoda e que deveria ser proibido para mulheres: chulé. Eu notei que tinha chulé depois que comecei a trabalhar o dia inteiro de sapato fechado, meu pé suava muito, mas muito mesmo.
Eu lavava o pé, lavava o sapato e tudo o que me ensinava eu fazia e infelizmente, nada. E aí eu comecei uma saga à procura de produtos que pudessem sumir ou pelo menos amenizar os efeitos malignos do chulé, pq era muito ruim chegar em casa e ter super vergonha de tirar os sapatos na frente do maridão, era ir p banho sem falar oi e sem respirar.

Abaixo alguns produtos que utilizei, tirando receitas caseiras:

Tênys Pé
Usei por algum tempo, usava o spray e o talco, mas o meu pé começou a ressecar, o talco sujava ou vazava um pouco do sapato e o cheiro começou a enjoar. Cumpriu o seu dever durante um bom tempo, mas o meu pé suava demais. Meu marido usa e super resolve com ele, então creio que o problema era pessoal (rsrsrsrs).
Rexona Efficient
Pra mim não adiantou nada. Na verdade todo mundo falava bem dele e eu comprei e pra mim não serviu, acabei passando pro marido pra não desperdiçar. 
Desodorante em creme para axilas
Um dia eu passei meio que no desespero um desodorante da Natura em creme, com o odor até que resolveu, mas meu pé ficava melecado e depois começou a ressecar.

E o que foi a salvação das salvações:

Talco Cremoso Antisséptico Granado


Confesso que comprei bem desacreditada, já achava que estava fadada ao fracasso em relação ao chulé. Quando comprei e vi aquele creminho logo pensei: Nossa, meu pé vai ficar uma meleca e vai suar horrores, poxa vida... Mas, arrisquei! Para a minha surpresa depois de passar o meu pé secou rapidamente e ficou super cheiroso, depois disso eu fui pra prova de fogo, passar o dia inteiro com o mesmo sapato sem parecer que mergulhei meu pé no podre.

Por mais inacreditável que seja, o meu pé ficou cheirosinho o dia inteiro, retoquei depois do almoço pq sei que meu pé sua bastante, além disso, meu sapato ficou com um cheirinho tudo de bom. O melhor de tudo foi chegar em casa, tirar os sapatos sem rachar a cara na vergonha ou ir voando para o banho.


Agora não lembro exatamente o valor que comprei, mas sempre o vejo por aí por 15 dinheiros mais ou menos. Ah... rende bastante, o meu tem mais ou menos uns 6 meses e eu passo todos os dias pq a minha situação fica muito séria se eu não fizer isso e todos esses dias que eu passo ele cumpre perfeitamente o seu papel. Então eu acho que vale muito a pena se você sofre com essa maldição de chulé e acha que já está nas causas perdidas. 

quinta-feira, julho 03, 2014


Adaptação – Intolerância a lactose

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Quando descobri a intolerância cheguei a fingir que não tinha, é sério. Continuei consumindo e até exagerando em alguns alimentos, pensei que se convivi até agora assim, iria continuar a vida da mesma maneira. Burra, né?! Paciência, gente! É a revolta!

Mas passados esses dias rebeldes e passando muito mal, eu me aceitei. Mas, confesso que não é fácil e não está fácil pq não existe ajuda no meio alimentício, não existe informação suficiente nos supermercados ou nos estabelecimentos e não existe acessibilidade às pessoas com restrições alimentares.

Nesse período fiz duas compras pra casa e nas duas vezes as minhas compras são feitas separadamente, simplesmente pq no mercado que compro todo mês, o único alimento que não contém lactose é o Leite 0 Lactose da Piracanjuba. Posso chorar? Então, agora é feito desse modo, saímos de um e migramos a outro ou outros. Outros, pq um eu acho o iogurte (que tomo por falta de opção pra lanches), outro eu acho o chocolate o outro eu acho biscoitos. Sem contar o tempo pra fazer essas comprinhas básicas, pq eu tenho que ler os ingredientes de alguns produtos. Graças a Deus pelo maridón que me ajuda, ou melhor, se compadece de mim e super ajuda.

Aconteceu que nesse tempo viajamos à Caldas Novas, cidade do Goiás, aqui pertinho de nós. A viagem estava óotima até a tonta aqui não resistir um pedaço de queijo puro e um bolo de mandioca da roça meeeeeeeesmo. Na madrugada seguinte a esse dia, eu tive uma das piores crises de intolerância da minha vida, eu chorava de dor, cólica intestinal e eu não tinha nem mais o que fazer no banheiro. Dessa vez o marido não apoiou, pq ele avisou e eu fingi que sou normal, sofri só na madrugada. Passei os últimos dois dias da viagem com dor, inchada, amarela e com medo de comer até o que podia, e claro, voltei pra casa morrendo de medo de dar dor de barriga no meio da estrada. Sofri! Também pensei, realmente não vale a pena.

Tenho feito o que posso, compro meus produtos aonde acho e procuro mesmo, experimento e se não gosto, paciência. Confesso que vez ou outra não resisto à certas coisas, por exemplo, o copinho de sorvete de leite condensado e tapioca que tomei hoje e estou com dor de barriga até agora. Mas conseguem enxergar a seguinte situação: Gente, vem aqui pra casa, vamos fazer um lanche da tarde. Resp: Sim, vamos! Quem vai pensar em mim? Quem vai perguntar: Alguém aí tem restrição alimentar? É sério, hoje eu pergunto pq eu tenho, mas nunca nessa vida eu lembraria de um trem desse. Uma pessoa com domínio próprio forte com certeza aceitaria ficar a tarde inteira sem comer, mas eu não consigo.


Poxa e o anfitrião não deu outra opção? Até deu né, mas quando você tem gastrite, síndrome do intestino irritável e intolerância a lactose, não existe muita opção. Posso chorar? Tenho o sistema digestivo muitíssimo fu... 

Abaixo, uma pequena lista do que consumi nesse período:

Leite Zero lactose – Piracanjuba
Acho super bom!
Cereal de Soja – Carrefour
É gostoso, nem parece de soja.
Alfarroba – CarobHouse
Horrível se tratando com tamanha comparação ao chocolate.
Choco Soy
O melhor dos melhores.
Cookies Jasmine
Uma das minhas opções favoritas de lanche.
Lacfree – Verde Campo
Não gosto muito de iogurte, mas já percebi que é pq associo a indisposição intestinal. Esse iogurte é muito bom, aprovadíssimo.
Yogurt sem lactose – Danubio
Muito gostoso, mas é caro.
Sobremesa de Soja Naturis – Batavo
A Cecília até comeu o meu e tive que comprar mais, muito bom.
Iogurte de Soja Naturis – Batavo
Não curti, o gosto de soja supera o da fruta. Opinião minha!
Chocolate em pó solúvel Dois Frades – Nestlé
Solução para calda de bolo. 

Agora, vou ser sincera. Eu acho tudo caro $$ em comparação aos produtos para pessoas sem restrição. O Yogurt Danubio mesmo, eu comprei um potinho, que se não me engano tem 110g, custou R$ 3,90, que é o que custaria uma bandeja de iogurtes ‘normais’. São comparações que faço, porém, se preciso, fazer o que?!
Ainda não encontrei queijo lacfree, eu amo queijo! Beijos

quinta-feira, junho 05, 2014


Chapada dos Veadeiros/Alto paraíso

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Em julho do ano passado eu programei uma viagem rápida para mim e meu marido. Quem mora aqui no Distrito Federal, curte dar umas fugidas para Caldas Novas-GO, mas como nós já conhecíamos, decidimos ir para a Chapada dos Veadeiros/Alto Paraíso.

Escolhi essa cidade depois de me encantar com as fotos da Camilla Albano, me deu uma vontade de me refugiar por lá pelo menos 3 dias e lá fomos nós como casal e não como pais. Daqui de Brasília até lá dura em média 3 horas, passamos por várias cidades pequenas como de interior, muita natureza e uma loooonga estrada.Confesso que quando chegamos por lá pensei ‘uai, é aqui mesmo?’, a cidade tinha ar de abandono, apesar de ser colorida, tinham muitas casas destruídas, um negócio meio estranho...

A cidade é muitíssimo pequena, não foi difícil encontrar a pousada que reservamos e fomos muito bem atendimentos pelo anfitrião. Deixamos nossas malas no quarto e fomos passear um pouco, olhar alguns estabelecimentos etc. Então, infelizmente nós fomos muito mal atendidos nos três primeiros estabelecimentos que estávamos conhecendo, inclusive uma dessas pessoas ficou resmungando coisas ofensivas para nós, ficamos muito chateados, porém, esperávamos mudar a opinião sobre o povo da cidade.

Aqui em Brasília existem muitos hippies que vendem seus artesanatos nas ruas e a maioria das pessoas não valorizam isso, passam voando por eles e sequer param para dar uma olhada na arte que eles desenvolvem. Pois bem, as pessoas mais educadas e lindas da cidade, foram aquelas que dormiam na praça e que sentavam em meio aos cachorros de rua. Como o meu marido disse: Nossa, que povo bonito!
Também comemos bem. Alto Paraíso tem bastante opção de comida e lá na pracinha tem um quiosque que vende caldos, bolo, tapioca etc... Nossa... Uma delícia!

Passamos por São Jorge que é um povoado próximo de Alto Paraíso e foi lá que realmente sentimos calor humano. Pessoas se disponibilizando a nos dar informação, qualquer um nos cumprimentava, oferecemos carona e nos sentimos finalmente acolhidos e respeitados.

Sobre a sensação de estar em plena natureza, isso é indiscutível e nunca me senti tão bem. Ver um tucano tranqüilo perto da nossa pousada, ver araras lindíssimas voando por cima de nós, olhar para o céu e ter a sensação de tocar nas estrelas... Isso literalmente não tem preço!


Ah, um conselho! Vão para Alto Paraíso de carro, pq dá pra aproveitar muito mais. Todas as cachoeiras que íamos pensávamos ‘ainda bem que estamos de carro’. Se eu indico o passeio? Muitíssimo, mas também indico ficar em São Jorge! Aqui tem algumas fotos, mas não são todas minhas, pois o meu pen-drive pegou um vírus e apagou tudo. A solução que achei como recordação foi buscando algumas fotos da Camilla Albano, só para vocês terem idéia do quanto é gostoso esse lugar.



















segunda-feira, maio 26, 2014


Intolerância a Lactose

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Na semana passada, fiz exame de sangue para saber se tenho Intolerância a Lactose e muito infelizmente o resultado deu positivo. Eu tinha idéia que alguma coisa de errado acontecia comigo, não era normal eu sofrer tanto.

Não lembro na minha infância de passar por  algum desconforto quando eu ingeria leite ou derivados, eu amava um leite com Toddy, era o meu café da manhã. O problema começou na adolescência e piorou na juventude, então acredito que eu tive uma perda progressiva da capacidade de digerir a lactose. Lembro de um amigo que falava pra mim 'Renata, isso é intolerância a lactose, faz o exame' eu falava pra ele que era só intestino problemático, solto ou comida estragada.

Também não sabia que intolerância e alergia são coisas bem diferentes. Abaixo, vou colocar um trecho de uma reportagem do programa Bem Estar, que fala sobre essa diferença:

A primeira diferença entre esses dois problemas está na substância do leite – ou seja, a alergia está relacionada à proteína do leite de vaca enquanto a intolerância está ligada ao açúcar do leite, que é a lactose. 

Como explicaram os especialistas, a alergia costuma restringir mais a vida do paciente porque os sintomas aparecem rapidamente não só pela ingestão do leite, mas também pelo contato ou cheiro do alimento.
Na pele, pode ocorrer coceira, vermelhidão, bolinhas e inchaço nos lábios, olhos e orelha; já nas vias respiratórias, pode aparecer tosse, chiado, falta de ar, inchaço na glote e até mesmo choque anafilático. Por isso, além dos alimentos, é preciso tomar cuidado ainda com alguns cosméticos que podem ter leite, como xampus, hidratantes e até lenços umedecidos. De acordo com o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, pessoas alérgicas podem tomar leite hidrolisado, de soja, de arroz e de aveia.

Já a intolerância ocorre quando o paciente para de produzir a enzima capaz de quebrar o açúcar do leite, o que o faz sentir algum desconforto gastrointestinal quando ingere a bebida. Nesse caso, os sintomas podem ser gases, barriga inchada e diarreia, mas depende muito da quantidade ingerida, ao contrário da alergia, que pode ocorrer em qualquer quantidade. Nesse caso, o paciente pode tomar, por exemplo, leite com redução de lactose.

Hoje tenho pensado muito na minha conscientização, eu tenho noção da proporção do meu mal estar, que por sinal é grande quando como bolo, chocolate, pizza etc. Não é questão de um dia pra eu poder sentir os sintomas, são minutos após a ingestão. Eu ainda preciso ter um pouco mais de boa vontade comigo mesmo, boa vontade para substituir os alimentos que me causam mais desconforto, boa vontade pra melhor a qualidade da minha alimentação. 

Fácil não é pra ninguém e pra mim é horrível, eu amo sorvete, purê de batata, pizza e outras coisinhas, o que eu posso fazer em casa eu faço, mas complicado mesmo é quando você vai jantar fora, comemorar aniversário de alguém e por aí vai.  Abaixo algumas informações: 

quarta-feira, maio 14, 2014


Adquirindo hábitos voluntários

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O título é adquirindo hábitos voluntários, pois acredito que temos aqueles hábitos obrigatórios. Tipo assim, eu tenho o hábito obrigatório de arrumar a mochila da minha filha para o dia seguinte, tenho o hábito obrigatório de tomar banho, tenho o hábito obrigatório de vestir o meu uniforme de serviço, tomar anticoncepcional etc. Os hábitos voluntários são aquelas coisas que adquirimos porque queremos, achamos interessante fazer e manter ou loucura da pessoa mesmo.

Esses dias, arrumando o meu guarda-roupa, observei que adquiri um hábito meio ‘sem querer’: organizar as roupas por cores. Parei pra pensar em como eu consegui fazer isso, já que sou péssima em adquirir hábitos, de verdade.

Eu tenho preferência por algumas cores, como por exemplo: preto (50% do meu guarda-roupa), cinza, rosa, rosé, salmón e verde (acho que fico bem de verde, mas não curto muito a cor). Notei que conforme eu arrumava o meu guarda roupa, eu sempre usava as mesmas cores e comecei a colocá-las perto das outras do mesmo ou parecido tom. Alguns dias eu fazia isso, outros não, mas depois de algum tempo eu realmente comecei a organizar as roupas dessa forma, pq isso se tornou importante pra mim, era bonito visualmente e eu encontrava as minhas peças muito mais rápido.

Com o tempo, deixar de organizá-las por cor estava se tornando algo inviável, um tipo de sensação assim: que bagunça é essa no meu guarda roupa? Virou uma espécie de TOC! Hoje não consigo me libertar desse hábito e me incomoda muito, profundamente e chatamente quando abro o guarda-roupa de alguém e vejo tudo ‘bagunçado’, porque na minha cabeça fica essa imagem mesmo.  

Eu já tentei adquirir outros hábitos, como:

  • Passar fio dental antes de escovar os dentes;
  • Tomar suco de couve e limão todos os dias;
  • Tomar um café da manhã decente > Quero falar que admiro o meu marido por esse hábito. Ele simplesmente acorda, prepara o que ele quer, senta-se à mesa e por lá fica na maior calma e paciência do mundo, pra ele deve até ser um momento de reflexão.
  • Ler uma parte da Bíblia todos os dias;
  • Tomar água.


Outros hábitos que tenho:

  • Passar álcool em gel toda hora;
  • Lavo o rosto antes de dormir com sabonete facial para pele oleosa;
  • Desligo todos os aparelhos da tomada antes de sair para o serviço e antes de dormir;
  • Colo bilhetinhos reflexivos na geladeira;
  • Abro o site do G1 todos os dias pela manhã;
  • Fico uns bons minutos analisando no espelho a minha pele facial > Eu sei, também acho isso louco!
  • Medito antes de dormir > Não sei se a palavra certa é meditar ou orar. Na verdade acho que fico reflexiva sobre o meu dia, daí no meio disso eu agradeço a Deus, peço algumas coisas, penso mais um pouco e durmo.
  • Só consigo dormir do lado esquerdo da cama.
  • Não atendo celular na rua > Quero dizer passeando na rua e não dentro de algum estabelecimento. Eu tenho a sensação de que vão puxar (roubar) o meu celular e minha orelha junto.



Então, quais são os seus hábitos voluntários? 

segunda-feira, maio 05, 2014


Cabelo cacheado ou liso?

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Eu não sou muito ligada nesse lance de beleza, maquiagem, fazer a unha e talz, mas eu tenho uma saga que é o meu cabelo. Primeiro porque meu cabelo é tipo assim, cacheado e muito volumoso e quando eu era criança, era zuação na certa e eu não curtia mesmo, sofria pra pentear o cabelo, no final das festas eu mais parecia uma vassoura mundial. Hoje penso que se nunca tivesse mexido no cabelo, provavelmente eu teria cachos bem bonitos, orgulhosamente volumosos e naturais, com certeza com menos química e com mais estilo.

Na minha casa eu não tenho fotos do meu ‘antigo’ cabelo, só a minha mãe mesmo que tem fotos espalhadas pela casa. Mesmo deixando ele sem escova, as pontas do meu cabelo não cacheiam mais, no máximo ondulam, pois eu faço progressiva, mas caso a minha mãe nunca tivesse mexido com o meu cabelo, ele estaria assim, como quando eu era pequena:




Mas eu entendo a minha mãe, meu cabelo era muito trabalhoso e a coitada penava pra pentear, então, meteu relaxamento nele quando eu ainda era uma criança, sim, pelo que parece, não deu tempo de esperar a adolescência. Com 15 anos eu tinha pouquíssimos cachos, hoje eu sequer me lembro da sensação de ser cacheada, acho que é uma pena...

Sobre isso, eu penso o seguinte: hoje daria um trabalho muito grande deixar o meu cabelo crescer até ele ficar natural por completo, eu teria que ficar cortando e cortando ele pra acelerar o processo e sabe, não tenho disposição pra isso. Eu gosto da praticidade dele liso, eu acordo, passo um pente e pronto, mas eu lembro que quando eu era criança, tinha que ficar um tempão passando creme, modelando, não podia passar a mão nele se não virava fuá (o cabelo é meu e eu posso me chamar de fuá). Hoje o meu trabalho é fazer escova no domingo, na quarta-feira eu lavo e só passo chapinha e três ou quatro meses eu faço Progressiva.

Acho que se minha mãe tivesse procurado outras formas de tratar o meu cabelo exatamente na sua forma natural, eu o manteria assim pra sempre e não me importaria em deixá-lo liso, mas hoje o liso virou o meu natural. A minha filha tem o cabelo que quase toda mulher quer: liso na raiz e ondulado na ponta e eu amo o cabelo dela, mas, mesmo que ela tivesse o cabelo super cacheado, eu usaria de todas as formas boas e legais de se aproveitar um cabelo lindo desse jeito.

 No final das contas, acho que se você não está prejudicando o outro, ferindo o caráter ou sei lá o que, faça o que você gosta de fazer consigo mesmo e pronto e eu gosto de mim assim e acho lindo quem curte os seus cachinhos. Não devemos nos sentir na obrigação de manter algo se isso não agrada, eu mantenho o meu cabelo liso porque ainda me sinto bem com ele, mas, acho lindo um cabelo cacheadão, então, se você tem, aproveite o que você tem e seja feliz com isso.

1ª Foto: Cabelo grande escovado 2ª Foto: Cabelo grande sem escova


1ª Foto atual: Cabelo escovado 2ª Foto atual: sem escova



terça-feira, abril 22, 2014


Síndrome Vasovagal (SVV)

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Vou falar um pouquinho sobre como eu convivo com a Síndrome Vasovagal e como eu me cuido, ou melhor, como eu deveria me cuidar. A Síndrome vasovagal, de um modo mais fácil de entender, é a diminuição temporária do fluxo de sangue e oxigênio no cérebro, devido a uma queda da pressão sanguínea.

Eu comecei a ter alguns sintomas na adolescência. Eu me levantava e ficava tonta, a vista escurecia e eu precisava rapidamente me apoiar em algo, mas o campeão de hipotensão era dentro do ônibus, sempre passava mal e precisava de ajuda, mas, eu realmente comecei a notar que havia algo de errado quando eu comecei a passar mal em uma simples fila de banco, apresentação de trabalhos escolares, há época eu não fiz exames, na verdade, eu sequer sabia a quem procurar, por incrível que pareça.


Com a falta de informação, eu ia ao hospital, ficava grampeada por algumas horas tomando soro, mas, nunca resolvia o problema. Depois do nascimento da minha filha, eu me preocupei mais ainda, porque as atividades durante o dia, algumas horas a menos de sono e a mudança de rotina, me fizeram piorar. Pesquisei na internet sobre queda de pressão (hipotensão) e marquei uma consulta com várias hipóteses em mente. Fiz exames e mais exames e um mais específico para descobrir a Síndrome vasovagal, o Tilt-Test, que por acaso, eu desmaiei.
Tilt Test

A minha primeira pergunta ao cardiologista foi: Vou morrer? Por que na minha cabeça o negócio era muito sério, minha pressão caiu para 5.3. E a segunda pergunta: Vou aposentar por invalidez? E ele respondeu não para as duas perguntas, mas, teria que conviver com a síndrome e evitar desencadeadores dos sintomas. E por falar nisso, o que a minha pessoa sente quando está prestes a desmaiar: tontura, fraqueza, enjôo, palidez, escurecimento da vista, suores frios e já cheguei a vomitar.

Uma situação que é simples para algumas pessoas, para mim, vira um verdadeiro caos.  Eu não posso usar um transporte cheio ou abafado se eu estiver em pé, não posso ficar muito tempo sem comer ou comer demais nas refeições, não posso me desidratar, não posso perder horas de sono, não posso ficar em ambiente fechado e abafado e também não posso passar por situações que me causam ansiedade intensa, mas tudo bem, eu QUASE não sou ansiosa. Isso tudo faz com que, de forma mais clara, minha pressão despenque, assim como eu.



Eu não vou morrer disso, pelo menos até que eu desmaie na rua e bata a minha cabeça em algum lugar ou que eu desmaie dirigindo, imagina só... mas minha qualidade de vida é comprometida. Quando vou, por exemplo, para show, eu assisto um pouco, pulo um pouco e depois eu sento no chão, correndo o risco de ser pisoteada, mas é porque não aguento ficar tanto tempo em pé. Eu já fiquei sentada nas escadas por aí, porque estava com vergonha de pedir ajuda, então, preferi sentar por algum tempo e sofrer sozinha e também já deixei de me divertir e de ir para certos lugares, por causa disso.

Também confesso que eu não me hidrato muito bem e não me alimento como deveria, o que é quase sentenciar a hipotensão e sendo bem sincera comigo, eu preciso me cuidar mais. Abaixo um sisteminha que achei na net que pode ajudar a entender tudo o que quis dizer: 



terça-feira, abril 08, 2014


Desenhos e a falsa moralidade

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Eu, desde a infância, gosto muito de desenho e não me importa que a minha filha os assista, desde que revisados por mim. Algumas mães, principalmente de meninas, já devem ter notado a febre da Monster High, que eu sou veementemente criticada por não deixar a minha filha assistir.

Agora, veja bem, a minha filha tem apenas três anos e sete meses, curiosa e no alto da sua aprendizagem e formação de caráter. Como eu, mãe, vou deixar a minha filha assistir um desenho em que as meninas brigam por namorados, induzem magias contra ou a favor de seus amigos ou inimigos? Como eu vou deixar a minha filha nessa tenra idade, assistir um desenho que é para adolescente?

Já vieram com a desculpa esfarrapada de que a Monster High é para ensinar que o diferente também é bonito, ensinar que o preconceito não deve existir etc. Então, porque existe pai e mãe para ensinar isso? Por que existe escola? Livros educativos? Diálogo? Minha filha realmente precisa assistir um desenho para aprender que preconceito não é correto?

Hoje temos desenhos tão bonitos que mostram amizade, compaixão e solidariedade. Os desenhos preferidos da Cecília são: Caillou, Milly e Molly, Meu Amigãozão, Peppa Pig e Doki. Com um super favoritismo ao Caillou e à Milly Molly, que na maioria das vezes eu sento para assistir com ela.
Há um tempo, uma pessoa foi tão insistente comigo por eu não gostar de Monster High, que eu fiquei extremamente surpresa ao saber que a filha dela de cinco anos de idade assiste, mas a mãe nunca sentou ao lado da filha para poder assistir. Aí sim, a pessoa pode ter a moral para falar sobre o que eu devo ou não fazer com a educação da minha filha.


A pergunta que fica: Poxa, mas a Cecília não pede sandália da Monster High, mochila, pulseira etc? Sim, pede! Sabe por quê? Por que ela vê 60% das meninas da idade dela usando esses acessórios, mas, ela não precisa ser igual a todo mundo. Eu e o Bruno estamos ensinado a ela que andar de skate é legal e não é só para meninos, que ela não precisa só gostar de rosa, que ela tem o cabelo claro e olhos azuis, mas que menininhas negras e de cabelos cacheados são belíssimas igualmente a ela, que pessoas sobre peso ou magras tem sentimentos e que não devemos chamá-las de gordas ou magricelas etc. Desenho não educa a minha filha, quem educa sou eu e o pai dela. Educação vem de casa e não da televisão. 

 

 


E como diz a Cecília: Monster High é paia! 

quarta-feira, março 26, 2014


23 ENCANTADORES MOMENTOS DA MINHA VIDA

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  1. Meu pai me ensinando a andar de bicicleta;
  2. Meu pai cheirando os meus dedinhos na hora de descansar quando era pequena;
  3. Quando escutei o coração da minha filha pela primeira vez;
  4. Quando a minha mãe me deixava matar aula pra assistir ‘Meu primeiro amor’;
  5. Quando um passarinho entrou na casa que morávamos em MG;
  6. Em 1998 voltei de MG para morar em Brasília;
  7. Eu aprendi a ler e escrever antes dos 7 anos de idade, bem antes. Eu pegava agendas antigas e fazia delas um diário. Certa vez, o meu pai me viu escrevendo em uma delas e perguntou o que eu estava fazendo e eu lhe disse. No meu aniversário seguinte, ele me deu o meu primeiro diário, com direito a chave e cadeado. Essa é uma das memórias mais lindas que tenho;
  8. Sentada ao lado do meu avô e ele contando sobre os mandamentos bíblicos, em um fim de tarde;
  9. O macarrão da minha avó;
  10. Quando vi o mar pela primeira vez;
  11. Minha primeira tatuagem;
  12. Quando descobri que estava grávida;
  13. O primeiro choro da minha filha;
  14. O primeiro olhar da minha filha para mim;
  15. Quando soube que teria uma menina;
  16. Quando o meu marido disse pela primeira vez que me amava, quando namorávamos;
  17. Um abraço do meu irmão;
  18. Uma madrugada que coloquei a Cecília, ainda recém nascida, em cima da minha barriga e dormimos juntas no sofá de casa;
  19. O primeiro dia de aula da Cecília;
  20. Ver a minha filha cheia de vida e inocência brincando;
  21. Quando dirigi pela primeira vez;
  22. Quando meu pai me levou pra colocar o meu primeiro piercing;
  23. Quando entrei em uma banheira pela primeira vez;