segunda-feira, maio 26, 2014


Intolerância a Lactose

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Na semana passada, fiz exame de sangue para saber se tenho Intolerância a Lactose e muito infelizmente o resultado deu positivo. Eu tinha idéia que alguma coisa de errado acontecia comigo, não era normal eu sofrer tanto.

Não lembro na minha infância de passar por  algum desconforto quando eu ingeria leite ou derivados, eu amava um leite com Toddy, era o meu café da manhã. O problema começou na adolescência e piorou na juventude, então acredito que eu tive uma perda progressiva da capacidade de digerir a lactose. Lembro de um amigo que falava pra mim 'Renata, isso é intolerância a lactose, faz o exame' eu falava pra ele que era só intestino problemático, solto ou comida estragada.

Também não sabia que intolerância e alergia são coisas bem diferentes. Abaixo, vou colocar um trecho de uma reportagem do programa Bem Estar, que fala sobre essa diferença:

A primeira diferença entre esses dois problemas está na substância do leite – ou seja, a alergia está relacionada à proteína do leite de vaca enquanto a intolerância está ligada ao açúcar do leite, que é a lactose. 

Como explicaram os especialistas, a alergia costuma restringir mais a vida do paciente porque os sintomas aparecem rapidamente não só pela ingestão do leite, mas também pelo contato ou cheiro do alimento.
Na pele, pode ocorrer coceira, vermelhidão, bolinhas e inchaço nos lábios, olhos e orelha; já nas vias respiratórias, pode aparecer tosse, chiado, falta de ar, inchaço na glote e até mesmo choque anafilático. Por isso, além dos alimentos, é preciso tomar cuidado ainda com alguns cosméticos que podem ter leite, como xampus, hidratantes e até lenços umedecidos. De acordo com o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, pessoas alérgicas podem tomar leite hidrolisado, de soja, de arroz e de aveia.

Já a intolerância ocorre quando o paciente para de produzir a enzima capaz de quebrar o açúcar do leite, o que o faz sentir algum desconforto gastrointestinal quando ingere a bebida. Nesse caso, os sintomas podem ser gases, barriga inchada e diarreia, mas depende muito da quantidade ingerida, ao contrário da alergia, que pode ocorrer em qualquer quantidade. Nesse caso, o paciente pode tomar, por exemplo, leite com redução de lactose.

Hoje tenho pensado muito na minha conscientização, eu tenho noção da proporção do meu mal estar, que por sinal é grande quando como bolo, chocolate, pizza etc. Não é questão de um dia pra eu poder sentir os sintomas, são minutos após a ingestão. Eu ainda preciso ter um pouco mais de boa vontade comigo mesmo, boa vontade para substituir os alimentos que me causam mais desconforto, boa vontade pra melhor a qualidade da minha alimentação. 

Fácil não é pra ninguém e pra mim é horrível, eu amo sorvete, purê de batata, pizza e outras coisinhas, o que eu posso fazer em casa eu faço, mas complicado mesmo é quando você vai jantar fora, comemorar aniversário de alguém e por aí vai.  Abaixo algumas informações: 

quarta-feira, maio 14, 2014


Adquirindo hábitos voluntários

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O título é adquirindo hábitos voluntários, pois acredito que temos aqueles hábitos obrigatórios. Tipo assim, eu tenho o hábito obrigatório de arrumar a mochila da minha filha para o dia seguinte, tenho o hábito obrigatório de tomar banho, tenho o hábito obrigatório de vestir o meu uniforme de serviço, tomar anticoncepcional etc. Os hábitos voluntários são aquelas coisas que adquirimos porque queremos, achamos interessante fazer e manter ou loucura da pessoa mesmo.

Esses dias, arrumando o meu guarda-roupa, observei que adquiri um hábito meio ‘sem querer’: organizar as roupas por cores. Parei pra pensar em como eu consegui fazer isso, já que sou péssima em adquirir hábitos, de verdade.

Eu tenho preferência por algumas cores, como por exemplo: preto (50% do meu guarda-roupa), cinza, rosa, rosé, salmón e verde (acho que fico bem de verde, mas não curto muito a cor). Notei que conforme eu arrumava o meu guarda roupa, eu sempre usava as mesmas cores e comecei a colocá-las perto das outras do mesmo ou parecido tom. Alguns dias eu fazia isso, outros não, mas depois de algum tempo eu realmente comecei a organizar as roupas dessa forma, pq isso se tornou importante pra mim, era bonito visualmente e eu encontrava as minhas peças muito mais rápido.

Com o tempo, deixar de organizá-las por cor estava se tornando algo inviável, um tipo de sensação assim: que bagunça é essa no meu guarda roupa? Virou uma espécie de TOC! Hoje não consigo me libertar desse hábito e me incomoda muito, profundamente e chatamente quando abro o guarda-roupa de alguém e vejo tudo ‘bagunçado’, porque na minha cabeça fica essa imagem mesmo.  

Eu já tentei adquirir outros hábitos, como:

  • Passar fio dental antes de escovar os dentes;
  • Tomar suco de couve e limão todos os dias;
  • Tomar um café da manhã decente > Quero falar que admiro o meu marido por esse hábito. Ele simplesmente acorda, prepara o que ele quer, senta-se à mesa e por lá fica na maior calma e paciência do mundo, pra ele deve até ser um momento de reflexão.
  • Ler uma parte da Bíblia todos os dias;
  • Tomar água.


Outros hábitos que tenho:

  • Passar álcool em gel toda hora;
  • Lavo o rosto antes de dormir com sabonete facial para pele oleosa;
  • Desligo todos os aparelhos da tomada antes de sair para o serviço e antes de dormir;
  • Colo bilhetinhos reflexivos na geladeira;
  • Abro o site do G1 todos os dias pela manhã;
  • Fico uns bons minutos analisando no espelho a minha pele facial > Eu sei, também acho isso louco!
  • Medito antes de dormir > Não sei se a palavra certa é meditar ou orar. Na verdade acho que fico reflexiva sobre o meu dia, daí no meio disso eu agradeço a Deus, peço algumas coisas, penso mais um pouco e durmo.
  • Só consigo dormir do lado esquerdo da cama.
  • Não atendo celular na rua > Quero dizer passeando na rua e não dentro de algum estabelecimento. Eu tenho a sensação de que vão puxar (roubar) o meu celular e minha orelha junto.



Então, quais são os seus hábitos voluntários? 

segunda-feira, maio 05, 2014


Cabelo cacheado ou liso?

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Eu não sou muito ligada nesse lance de beleza, maquiagem, fazer a unha e talz, mas eu tenho uma saga que é o meu cabelo. Primeiro porque meu cabelo é tipo assim, cacheado e muito volumoso e quando eu era criança, era zuação na certa e eu não curtia mesmo, sofria pra pentear o cabelo, no final das festas eu mais parecia uma vassoura mundial. Hoje penso que se nunca tivesse mexido no cabelo, provavelmente eu teria cachos bem bonitos, orgulhosamente volumosos e naturais, com certeza com menos química e com mais estilo.

Na minha casa eu não tenho fotos do meu ‘antigo’ cabelo, só a minha mãe mesmo que tem fotos espalhadas pela casa. Mesmo deixando ele sem escova, as pontas do meu cabelo não cacheiam mais, no máximo ondulam, pois eu faço progressiva, mas caso a minha mãe nunca tivesse mexido com o meu cabelo, ele estaria assim, como quando eu era pequena:




Mas eu entendo a minha mãe, meu cabelo era muito trabalhoso e a coitada penava pra pentear, então, meteu relaxamento nele quando eu ainda era uma criança, sim, pelo que parece, não deu tempo de esperar a adolescência. Com 15 anos eu tinha pouquíssimos cachos, hoje eu sequer me lembro da sensação de ser cacheada, acho que é uma pena...

Sobre isso, eu penso o seguinte: hoje daria um trabalho muito grande deixar o meu cabelo crescer até ele ficar natural por completo, eu teria que ficar cortando e cortando ele pra acelerar o processo e sabe, não tenho disposição pra isso. Eu gosto da praticidade dele liso, eu acordo, passo um pente e pronto, mas eu lembro que quando eu era criança, tinha que ficar um tempão passando creme, modelando, não podia passar a mão nele se não virava fuá (o cabelo é meu e eu posso me chamar de fuá). Hoje o meu trabalho é fazer escova no domingo, na quarta-feira eu lavo e só passo chapinha e três ou quatro meses eu faço Progressiva.

Acho que se minha mãe tivesse procurado outras formas de tratar o meu cabelo exatamente na sua forma natural, eu o manteria assim pra sempre e não me importaria em deixá-lo liso, mas hoje o liso virou o meu natural. A minha filha tem o cabelo que quase toda mulher quer: liso na raiz e ondulado na ponta e eu amo o cabelo dela, mas, mesmo que ela tivesse o cabelo super cacheado, eu usaria de todas as formas boas e legais de se aproveitar um cabelo lindo desse jeito.

 No final das contas, acho que se você não está prejudicando o outro, ferindo o caráter ou sei lá o que, faça o que você gosta de fazer consigo mesmo e pronto e eu gosto de mim assim e acho lindo quem curte os seus cachinhos. Não devemos nos sentir na obrigação de manter algo se isso não agrada, eu mantenho o meu cabelo liso porque ainda me sinto bem com ele, mas, acho lindo um cabelo cacheadão, então, se você tem, aproveite o que você tem e seja feliz com isso.

1ª Foto: Cabelo grande escovado 2ª Foto: Cabelo grande sem escova


1ª Foto atual: Cabelo escovado 2ª Foto atual: sem escova