quarta-feira, agosto 27, 2014


Uma questão de costume

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O nome da postagem também poderia ser ‘Nunca diga nunca’. Não fui uma garotinha muito vaidosa, acho que minha mãe insistia tanto nessa questão, que ao invés de gostar, eu tomei aversão ao exagero, sendo assim, não fui muito menininha.
Me lembro que na adolescência as minhas amigas tinham milhares de brilhos labiais, sombras e eu detestava tudo aquilo, odiava batom e por mais que no fundo eu me sentisse um pouco excluída, não insistia em mudar meu gosto pessoal.Com o tempo tomei gosto por usar lápis preto nos olhos, não me lembro bem quando isso aconteceu, mas raramente saio de casa sem lápis e quando saio uso meu óculos de grau pra disfarçar ou óculos escuro, mas nada além disso.
Eu não julgava quem gostasse de se maquiar, como minhas amigas, na verdade, eu até admirava, achava bonita aquela vaidade, aquela preocupação em sempre estar arrumada, até achava elegante, mas, aquilo não era pra mim.
Também nunca andei por aí largada, desgrenhada, mas eu sempre priorizei a simplicidade e a naturalidade das coisas, aí eu falhava, não entendia que poderia andar maquiada de forma natural. Com o tempo comprei maquiagens básicas como base, pó compacto, blush e rímel, na verdade, já tinha pelo menos dois desses itens, mas, literalmente esquecidos.
Eu me desafiei a usá-los todos os dias para trabalhar e ir a passeios, o resultado é que hoje não me sinto bem sem usá-los, principalmente para trabalhar, me dá uma sensação de desleixo. Não é questão de não aceitar a minha naturalidade ou minhas imperfeições, na verdade, me apaixonei pelo rosto uniforme e sem sardas no nariz. Ainda assim, não uso maquiagem em casa, às vezes tenho a impressão de que a pele precisa respirar...
O meu maior desafio foi usar batom, pra falar a verdade, nunca tinha usado. Sempre achei que o batom dava um ‘tchan’ alegre no rosto, mas eu mesmo não aguentava aquela sensação de que tinha algo na boca, não gostava mesmo.
Até que um dia comecei a testar alguns batons e de início eu achava o negócio mais estranho do universo, até o meu marido no início estranhou. E aí um dia resolvi comprar e ser fiel a duas cores que eu sabia que caía bem em mim, boca e vermelho mate. Ainda sou bem basiquinha, mas tenho me preparado para usar outras cores e estou descobrindo o que fica bem em mim.

A dica é nunca dizer nunca e variar às vezes não significa que você deixou de ser você, não perdeu a sua essência. Testar coisas novas, deixar o dia mais colorido ou usar algo que te deixe mais feliz e se sentindo mais bonita, não é ruim. Ame-se e se dê novas oportunidades! 
Batom Mate Vermelhíssimo - Quem disse, Berenice?
Batom Coco Queimado linha Intense - O Boticário



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