terça-feira, setembro 02, 2014


Monovin A e seus milagres

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E aí que fiz aquele tal shampoo bomba que as minas falavam na internet, tinha cortado o cabelo e me arrependi. Comprei o Monovin A, Bepantol e shampoo sem sal. Na primeira semana achei que o meu cabelo ficou estranho, hidratado na raiz e ressecado na ponta, também nem sei o motivo. As semanas foram passando e com elas, uma gama de 4 meses. E esse é o resultado:
É, eu não sei sorrir em foto. Também pode reparar na mutação da minha sobrancelha


No início fiquei com um pouquinho de caspa, mas bem pouquinho mesmo. Essa semana acaba o meu shampoo e vou dar uma pausa no uso do Monovin. A princípio eu gostei, meu cabelo parou de cair e realmente cresceu, não de forma milagrosa, mas como eu acho o crescimento do meu cabelo é muito lento, considero que tenha crescido bastante, mais ou menos 6cm ou um pouquinho mais nesse período.

Eu indico Monovin A? Sim! Não morri, não peguei infecção ou fiquei com cara de cavalo. Rsrs... Mas também indico uma alimentação bem rica em nutrientes e vitaminas.


Receitinha

3 ml de Monovin
25ml de Bepantol
300ml de Shampoo sem sal


E boa sorte com a sua experiência! 

segunda-feira, setembro 01, 2014


Mudando de escola no meio do ano

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No meio desse ano, mudamos a minha filha de escola e foi uma mudança que eu esperava que fosse muito turbulenta, mas não foi. A princípio nos questionávamos bastante sobre a timidez que ela tem tão clara em sua personalidade, o quanto isso poderia prejudicá-la e o quanto isso poderia machucá-la. 
Durante o período de adaptação percebemos que ela ignorava novas amizades, aproveitava o ambiente escolar sozinha e não fazia questão de brincar com as outras crianças. Ela não perguntava da antiga escola e quando perguntávamos pra ela se sentia saudade ou queria voltar, ela dizia que não. Também percebemos que ela tinha gostado mais das novas professoras, apesar dela nunca ter se apegado a nenhuma professora ou monitora que tenha passado pela vida dela.
Depois de um tempo, ela começou a comentar dos novos amigos e aos poucos dando nome às crianças e sempre muito alegre em ir para as aulas. Na verdade, o apego estava em mim. Batia aquela questão dela estar na escola em que ela desfraldou, onde ela estudava há um ano e meio com os mesmos amiguinhos e mesma professora, tinha medo dela sentir-se isolada. Meu coração doía...
O tempo passou, ela ainda continua aquela garotinha tímida, que não conversa e ainda tem conhecido os novos amigos. Um dia desses passamos pela antiga escola e perguntei se ela queria voltar e com veemência ela disse que não, isso me aliviou. Também vejo que tudo isso a deixou mais forte para mudanças, adaptação e com certeza, também foi um desafio pra ela. E ela venceu!
Às vezes nós pais temos essa de ter muito medo de tomar certas decisões, ficamos com uma culpa rondando o nosso coração. Fiz a coisa certa? Ela está feliz? Ela vai ser bem tratada? Essas dúvidas doem lá no fundo, cutucam a mente e nos faz pensar, pensar e pensar... E as nossas crianças estão ali, na verdade, tão abertas às novas oportunidades e novas convivências. Eu esperava menos da reação dela e ela foi espetacular e melhor do que imaginava.
Acontecia que na antiga escola, estava surgindo uma nova forma de gestão, que na minha concepção, afastava os pais do convívio escolar. Não podíamos mais entrar na escola, literalmente! Deixávamos a criança na grade e ela ia à sala sozinha, não podíamos cumprimentar a professora, como às vezes que fui interrompida pela coordenadora, com um mal educado ‘não pode conversar com os professores, marque no dia da coordenação’.
Quanto à professora, um amor, deveria procurar uma nova escola, onde fosse tratada de forma mais humana. Também, sabe quando você olha e acha que a escola ficou pequena para o seu filho? Ela fazia ballet duas vezes na semana, na nova escola, não tem ballet, mas tem música, educação física, aula de moral e ética e informática. Acho que qualquer mãe trocaria o ballet por essas opções juntas.
Avaliar olhando bastante pelo lado da educação e estrutura da nova escola, me faz sentir com o dever cumprido. Sim, eu gostaria que ela estivesse na outra escola, se formando no próximo ano com os seus amiguinhos de maternal I, mas, tudo passa.

A confiança de vê-la feliz todos os dias, cheirosa, limpinha e ver como a escola abraçou a minha filha com carinho, calma e paciência, também me fez sentir acolhida. Tenho certeza que os pais tomam decisões sempre pensando no bem dos filhos, nunca pensando em desaboná-lo, mas sempre pensando no enriquecimento da vida deles, sempre pensando na proporção de ganhos que a criança pode ter com a decisão. Na verdade, o amor incondicional nunca é egoísta. Filha, te amo!